Avulsa, rumo a paisagens imaginárias
Amores literários e folhas secas ao chão
É como se o mundo fosse imensamente distante
E eu não estivesse dentro dele!
Sim, loucuras ásperas de uma mente insana!
Desumana, amante de versos lúdicos e insultos infames!
Vislumbrar-se é tão fácil...
Apreciar a brisa no rosto e a luz do luar é mais difícil...
Observar-se é tão revelador!
Eu digo...
Veja-se, sinta-se, descubra-se.
Talvez você não exista também!
Eu digo palavras avulsas, incoerentes
E nem um pouco inocentes!
O despertar de uma alma em ruínas
Sem rumo, sem futuro
Mas totalmente em chamas.
18/09/2010
Loreena McKennitt - The Dark Night of the Soul
sábado, 18 de setembro de 2010
É no silêncio de uma noite que me encontro
E neste mesmo silêncio muitas vezes me perdi...
Viver intensamente tem limites
Assim como deixar de viver pode levar às ruínas!
Cada segundo é precioso, único
E deve ser devidamente
...apreciado, admirado, vivido.
Sonhos perdidos é marasmo
É sarcasmo, ironia.
03/09/2010
E neste mesmo silêncio muitas vezes me perdi...
Viver intensamente tem limites
Assim como deixar de viver pode levar às ruínas!
Cada segundo é precioso, único
E deve ser devidamente
...apreciado, admirado, vivido.
Sonhos perdidos é marasmo
É sarcasmo, ironia.
03/09/2010
Insanidade momentânea
Insanidade momentânea
Quão espontânea é esta essência
A vida é repleta de escolhas, e isso requer audácia!
Audácia, que doce palavra esclarecedora
Faz parte do dicionário de uma sonhadora
Faz parte de mim.
É o esboço de uma alma cheia de espaços vazios
Vazios não por solidão, mas pela busca incessante
De fazer escolhas bem feitas - As escolhas perfeitas.
Escolhas estas, que trouxeram mudanças soberanas!
Mudanças sobre-humanas.
Levando ao mundo uma alma em constante ascensão.
Uma alma sem medo, repleta de anseios...
E com muita sede de lutar!
Literalmente - Veemente!
- A alma de uma guerreira...
E aquele que for capaz de ser ousado.
Que escolha o melhor a ser alcançado, e que seja o seu melhor.
18/09/2010
Quão espontânea é esta essência
A vida é repleta de escolhas, e isso requer audácia!
Audácia, que doce palavra esclarecedora
Faz parte do dicionário de uma sonhadora
Faz parte de mim.
É o esboço de uma alma cheia de espaços vazios
Vazios não por solidão, mas pela busca incessante
De fazer escolhas bem feitas - As escolhas perfeitas.
Escolhas estas, que trouxeram mudanças soberanas!
Mudanças sobre-humanas.
Levando ao mundo uma alma em constante ascensão.
Uma alma sem medo, repleta de anseios...
E com muita sede de lutar!
Literalmente - Veemente!
- A alma de uma guerreira...
E aquele que for capaz de ser ousado.
Que escolha o melhor a ser alcançado, e que seja o seu melhor.
18/09/2010
sábado, 11 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Perturbações
Sufocada em minha mente perturbada
Regozijo meus anseios libidinosos
a dor é minha amiga exalada
por entre as cores de meus ossos!
Alegro-me por enxergar o nada
vivencio uma peça putrefaça
vingo a morte de minh'alma
bebo ao vento à tua calma
Eu vibro, eu sofro, eu choro
fumo meu tabaco mal-acabado
acordo por entre à noite, em coro
canto a infelicidade, meu desaforo!
E ainda sonho
E odeio, e cuspo...
Cuspo minhas lembranças imaculadas
e deito em minha cama arrumada
e,
novamente eu sonho...
25/02/2008
Regozijo meus anseios libidinosos
a dor é minha amiga exalada
por entre as cores de meus ossos!
Alegro-me por enxergar o nada
vivencio uma peça putrefaça
vingo a morte de minh'alma
bebo ao vento à tua calma
Eu vibro, eu sofro, eu choro
fumo meu tabaco mal-acabado
acordo por entre à noite, em coro
canto a infelicidade, meu desaforo!
E ainda sonho
E odeio, e cuspo...
Cuspo minhas lembranças imaculadas
e deito em minha cama arrumada
e,
novamente eu sonho...
25/02/2008
Pensar...
As emoções mais fortes dos homens são aquelas que lhe são impostas.
A vida é cheia de paradigmas, as pessoas buscam misturar-se a multidão, sem sequer descobrir seus propósitos. Mas quais são os propósitos da humanidade?
E isso importa?
Se somos incapazes de enxergar os nossos propósitos não vejo coerência em buscar algo tão abrangente, para que descobrir o mundo, sem sequer descobrir a si mesmo?
Platão foi categórico com seu discurso sobre a caverna, mas foram todos que saíram de lá?
E quem saiu conseguiu observar a grandeza disso tudo, quem saiu consegue pensar?
Pensar! - Sim, tarefa mais que difícil!
Escrever frases dos grandes é mostrar cultura absorvida? Tudo bem, que assim seja! Cultura nunca é demais...
Mas o discernimento não se encontra nos livros!
É preciso descobrir seu íntimo, sua essência, seus monstros!
Afinal se pensar fosse tão simples não seriam tão poucos que o fazem sozinhos...
02/09/2010
A vida é cheia de paradigmas, as pessoas buscam misturar-se a multidão, sem sequer descobrir seus propósitos. Mas quais são os propósitos da humanidade?
E isso importa?
Se somos incapazes de enxergar os nossos propósitos não vejo coerência em buscar algo tão abrangente, para que descobrir o mundo, sem sequer descobrir a si mesmo?
Platão foi categórico com seu discurso sobre a caverna, mas foram todos que saíram de lá?
E quem saiu conseguiu observar a grandeza disso tudo, quem saiu consegue pensar?
Pensar! - Sim, tarefa mais que difícil!
Escrever frases dos grandes é mostrar cultura absorvida? Tudo bem, que assim seja! Cultura nunca é demais...
Mas o discernimento não se encontra nos livros!
É preciso descobrir seu íntimo, sua essência, seus monstros!
Afinal se pensar fosse tão simples não seriam tão poucos que o fazem sozinhos...
02/09/2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Real e irreal
As portas do nosso viver se abrem e fecham.
Ora entram, ora saem, mas estão ali...
Na vida somos todos usados!
Mas usufruímos também...
Mas o que é real, eu me pergunto?
O que sinto, ou o que vivo?
Na verdade nenhum dos dois...
Pois nem sempre vivemos o que sentimos
E tão menos sentimos o que vivemos!
Simplesmente estamos ali...
A mercê do destino, da vida!
Então pra que querer viver?
Não somos senhores de nossas vidas
Sequer sabemos o que fazer...
Agimos por instinto?
Presumo que não!
Todos fazemos parte do mesmo filme
Mas todos atuamos em próprio ‘vão’...
27/02/2008
Ora entram, ora saem, mas estão ali...
Na vida somos todos usados!
Mas usufruímos também...
Mas o que é real, eu me pergunto?
O que sinto, ou o que vivo?
Na verdade nenhum dos dois...
Pois nem sempre vivemos o que sentimos
E tão menos sentimos o que vivemos!
Simplesmente estamos ali...
A mercê do destino, da vida!
Então pra que querer viver?
Não somos senhores de nossas vidas
Sequer sabemos o que fazer...
Agimos por instinto?
Presumo que não!
Todos fazemos parte do mesmo filme
Mas todos atuamos em próprio ‘vão’...
27/02/2008
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